Benefícios

O campo eletromagnético pulsátil de extrema baixa frequência    (PEMF-ELF

Biopower) teve sua origem na teoria da Física Quântica.

 

É um sistema elétrico altamente tecnológico, gerador de ondas quadradas que, em um microcontrolador, gera uma sequência de frequências que se iniciam em 7,83 Hz, indo para 10, 12, 14, 16 até atingir 50 Hz, com intervalos de 5 segundos.  Ao alcançar a frequência 52 Hz até 60 Hz, os intervalos são de 30 segundos; de 62 a 86 Hz, os intervalos voltar a ser de 5 segundos, concluindo o ciclo, que é reiniciado em seguida em 7,83, 10, 12 e assim sucessivamente.

 

O Sistema emite energia na forma de onda quadrada pulsátil , não polarizada e não ionizante.  É uma tecnologia completamente segura, que obedece as diretrizes mundiais de segurança.

 

Desde o início da Teoria Quântica (1900), surgiram vários aparelhos emissores de energia de baixa frequência.  Os mais eficazes foram aqueles que se concentraram na porção não-ionizante do espectro eletromagnético, particularmente a baixos níveis de energia.  A OMS (Organização Mundial de Saúde) concluiu em 2002 que energias de baixa frequência são de 1 a 100Hz.

 

É nesse contexto que o Sistema PEMF-ELF Biopower de 7,83 a 86 Hz pode ser acoplado em colchão, visto que as pessoas podem utilizar deste benefício enquanto dormem, já que passamos cerca de um terço de nossa vida deitados em um colchão.

 

Atenção:  O sistema PEMF-ELF Biopower não substitui tratamento médico.

   

Por gerar um campo eletromagnético, uma contra indicação absoluta apresenta-se aos portadores de marca-passo, nesse caso poderá usar somente o infravermelho Longo FIR Power  .  O Dr. Marco Aurélio, médico cardiologista, diz que um cuidado relativo dever ser tomado nos casos de hemorragias e processos ulcerosos.

 

Apesar de não haver outras contra indicações, recomendamos que gestantes e recém-nascidos utilizem o Biopower no máximo por 30 minutos por dia.  Demais pessoas poderão utilizar por até 6 horas diárias.

 

Para compor o embasamento científico dos benefícios do Biopower, selecionamos apenas os estudos que utilizaram campos bioeletromagnéticos pulsados de extrema baixa frequência entre 0 a 100 Hz, mas em especial os que utilizaram frequências entre 7,83 a 86 Hz.

Ajuda a prevenir a formação e a cronificação das doenças

Em2009, Novikov VV et al.,(1) demonstraram que componentes combinados de campos magnéticos de extrema baixa frequência exibem em nítida atividade antitumoral.  As frequências destes campos foram de 1, 4.4, 16,5 Hz ou a soma destas frequências.  Este estudo mostrou que a terapia em camundongos com um tipo específico de câncer de mama, expostos a combinadas frequências de campos eletromagnéticos levou a modificações estruturais em alguns órgãos como fígado e glândulas supra-renais, que foram provavelmente devido à degradação total do tecido tumoral.

 

Nos camundongos transplantados, o tecido tumoral após exposição aos campos magnéticos de extrema baixa frequência foram praticamente ausentes, enquanto nos animais do grupo controle foi  observada invasão do tumor em vários outros tecidos.  Nos animais sem tumores, não ocorreu qualquer desvio patológico na estrutura normal de órgãos ou tecidos após a exposição aos campos magnéticos, indicando que esta terapia por si só não é toxica ao organismo.

 

Berg H. et al., 2010 (2) também demonstraram o efeito de campos bioeletromagnéticos nas células cancerosas de tumores em camundongos.  Em contraste a técnicas invasivas de tratamento para o câncer, estes pesquisadores demonstraram que o tratamento com campos eletromagnéticos pulsados (PEMF) de extrema baixa frequência (ELF) induziu à apoptose de células tumorais, inibiu a angiozgênese, impediu a proliferação de células neoplásticas e causou necrose não invasiva, enquanto os linfócitos foram insignificantemente afetados.

 

Traicheva N. et al.,(3) estudaram em 2003 os efeitos do tratamento com campo eletromagnético pulsado de extrema baixa frequência (50 Hz) em células cancerosas humanas, sozinho ou combinado a outros 2 tipos específicos de tratamento.  A exposição ao PEMF variou entre 20 minutos, 2 horas e 6 horas.

 

Todos os tratamentos foram capazes de destruir duas linhas de células cancerosas humanas, a K562 e U937 (tipos de leucemia), com a eficácia sendo aumentada conforme os tratamentos adicionais foram acrescentados.

 

Em 2004, Radeva M. e Berg H.(4)  também investigaram a terapia com PEMF-ELF de 50 Hz, sozinho ou combinado a outros tratamentos específicos, para as mesmas linhas de células cancerosas citadas anteriormente (K562 e U937), bem como em outros dois tipos de linfomas (DG75 e HI60).

 

Estes autores também concluíram através deste estudo que a aplicação de campo eletromagnético pulsado de extrema baixa frequência, combinado com medicação e outros tratamentos específicos, pode ser muito efetivo em destruir células cancerosas.

 

Produz efeito relaxante e analgésico, aliviando dores agudas e crônicas

Pipitone N. e Scott DL.(5)  publicaram em 2001 um estudo randomizado, duplo-cego e placebo-controlado sobre o tratamento da artrose de joelho com magnetismo pulsado.  Participaram do estudo 75 pacientes, expostos a tratamento com campo eletromagnético pulsado de extrema baixa frequência (3, 7.8 e 20 Hz) ou tratamento placebo por 6 semanas.  Para avaliar os resultados foram utilizados uma escala de dor, um questionário específico para artrose (WOMAC) e um questionário de qualidade de vida.

 

Na análise estatística comparando as avaliações ao final do estudo com as iniciais, foi observado que cada paciente do grupo que recebeu tratamento demonstrou significativas melhoras em todos os itens das avaliações, enquanto o mesmo não foi observado no grupo placebo.

 

Nenhum efeito adverso foi atribuído ao tratamento.  Estes resultados sugeriram que a terapia com campos magnéticos pulsados de extrema baixa frequência são benéficos na redução de dor e incapacidades em pacientes com artrose de joelho, sem efeitos adversos.  Os autores citam a necessidade de mais estudos com diferentes protocolos para confirmar a eficácia desta terapia nas condições de artrose.

 

Ganesan K. et al., 2009(6) publicaram uma revisão de literatura sobre a exposição humana aos campos eletromagnéticos pulsados de extrema baixa frequência, sobretudo em relação a viabilidade desta alternativa terapêutica na artrite reumatoide.

 

Segundo estes autores, está bem determinado pela literatura científica que os campos eletromagnéticos de extrema baixa frequência podem fornecer um método não invasivo, seguro e de fácil aplicação, para o tratamento da dor, inflamação e disfunções associadas à artrite reumatoide e à artrose, com um registro de segurança a longo prazo.

 

A análise de vários estudos em modelos animais, culturas de células e ensaios clínicos em humanos tem conclusivamente demonstrado que o PEMF-ELF não apenas alivia a dor nas condições artríticas, mas também proporciona proteção às cartilagens, exerce ação anti-inflamatória e auxilia na remodelação óssea, podendo ser desenvolvido como uma viável alternativa de terapia nas artrites.

 

Subteyas ST. et al.,2009(7) avaliaram a efetividade clínica da terapia com campos eletromagnéticos pulsados de extrema baixa frequência em mulheres com fibromialgia.  Participaram do estudo 56 mulheres com idades entre 18 a 60 anos, divididas randomizadamente em grupo de tratamento com PEMF-ELF e grupo placebo.

 

A terapia consistiu em sessões de 30 minutos, duas vezes ao dia por 3 semanas, com aplicação de PEMF-ELF de 64 Hz. Os resultados do tratamento foram avaliados através de um questionário específico para pacientes com fibromialgia, questionários de qualidade de vida e escala visual análoga de dor (0 a 10).  Estas avaliações foram realizadas na quarta semana após o início do tratamento bem como em acompanhamento por 12 semanas.

 

A análise dos dados demonstrou que significantes melhores em todas as escalas e questionários foram observadas ao final da terapia, e que tais melhoras duraram por todo o período de acompanhamento.  Também foram encontrados resultados de melhoras no grupo placebo, porém ao reavaliar o questionário específico para fibromialgia os scores não se mantiveram no período de acompanhamento.

 

Os autores concluíram que a terapia com campos eletromagnéticos pulsados de extrema baixa frequência podem aliviar a dor e fadiga, bem como aprimorar a função e o status global de saúde em pacientes com fibromialgia.

Facilita a transmissão dos impulsos nervosos e estimula a função cerebral

Capone F. et al.(8) investigaram em 2009 se a exposição a campos magnéticos de extrema baixa frequência pode produzir mudanças funcionais no cérebro humano.  Eles explicam que mudanças comportamentais e neurofisiológicas tem sido relatadas após a exposição a terapia de PEMF-ELF, tanto em animais quanto em humanos.  Entretanto, as bases fisiológicas destes efeitos são ainda insuficientemente compreendidas.

 

Estes autores estudaram de maneira não invasiva os efeitos dos campos magnéticos pulsado sem várias medidas de excitabilidade cortical, em 22 voluntários saudáveis, enquanto em 14 destes indivíduos também foram avaliados os efeitos de uma exposição placebo.

 

Após 45 minutos de exposição ao PEMF de 75 Hz, uma facilitação intracortical por estimulação de pulsos cerebrais pareados foi significativamente melhorada com um aumento de 20%, enquanto a exposição a campos placebo (falsos) não produziram qualquer efeito.

 

Este estudo sugere que os campos eletromagnéticos pulsados podem produzir um aprimoramento na neurotransmissão excitatória cortical, promovendo mudanças funcionais no cérebro humano.

 

Por fim, Musaev AV. et al., 2003(9)    estudaram o uso dos campos eletromagnéticos pulsados em pacientes com polineuropatia diabética.

 

Através de exame clínico e de eletroneuromiografia foram avaliados 121 pacientes com polineuropatia diabética, antes e depois do tratamento com campos magnéticos pulsados de 10 a 100 Hz, aplicados diariamente por 10 a 15 minutos, num período de 10 dias.

 

Os resultados demonstraram que a aplicação do campo magnético pulsado facilitou a regressão dos principais sintomas clínicos da polineuropatia diabética, aprimorando a função condutiva dos nervos periféricos e a excitabilidade reflexa de diversos motoneurônios na medula espinhal.  O campo eletromagnético pulsado com frequência de 10 Hz foi encontrado como tendo maior eficácia terapêutica, especialmente nos estágios iniciais da polineuropatia diabética e em pacientes com diabetes mellitus por mais de 10 anos.  

DISCUSSÃO  - Pagina 136 a 144

Protegida por um campo magnético que age contra algumas formas nocivas de radiação – a exemplo dos raios cósmicos e do vento solar, a Terra pode ser considerada um potente imã, capaz de influenciar todas as formas de vida(3).   Isso inclui os seres humanos, afetados pelas mudanças constantes do campo magnético terrestre, ocasionadas pela exposição solar, os movimentos lunares e as correntes elétricas(1).  

 

Assim como a Terra, as pessoas possuem seus próprios campos magnéticos(36).

Presente em todas as células, com dois polos (positivo e negativo), essa polaridade mantém o organismo em equilíbrio – enquanto o cérebro e o sistema nervoso central são regidos pelo polo positivo, os órgãos e tecidos periféricos contam com a polaridade negativa(1).    

 

Esse é um dos motivos que faz com que os magnetos – mais conhecidos como imãs naturais – ofereçam grandes benefícios, especialmente à saúde.  Porém, é interessante destacar que, mesmo diante de fatos já comprovados, seus efeitos terapêuticos são até hoje questionados.

 

Poucos sabem, por exemplo, que se trata de uma técnica milenar, praticada há mais de 3.500 anos, a princípio pelos egípcios, chineses e indianos(15).    

 

A denominação “magneto”, no entanto, surgiu muito depois.  Ela remete a uma história relacionada à Tesalia, situada no oriente da Grécia setentrional.  Nessa região encontra-se Magnesia, cidade em que o pastor Magnus – pertencente à tribo nativa local – notou, durante uma caminhada no monte Ida, na Ilha de Creta, que algo no solo atraia fortemente a ponta de seu bastão e as partes de ferro de suas botas.  Ao cavar a terra, encontrou uma pedra capaz de atrair ferro(14).   

 

Desde então, as propriedades terapêuticas dos imãs foram continuamente pesquisadas até o início da Idade Média.  Nessa época, alquimistas europeus passaram a chamá-la de pedra imã, atribuindo seus benefícios medicinais, principalmente, ao alívio da dor, à manutenção da saúde e ao processo de rejuvenescimento celular.  Esses estudos se mantiveram até o século XVI, quando o médico suíço Philippus Aureolus Paracelsus (1493-1541) resolveu finalmente usar imãs em tratamentos anti-inflamatórios, feridas supurantes, ulcerações e afecções no útero e intestino. (43,29,16)

 

Os resultados de anos de pesquisas, no entanto, tornaram-se públicos somente em 1600, ano em que William Gilbert de Rochester (1540-1603) – médico renomado e presidente do Colégio Médico do reino da rainha Isabel I – publicou o livro O Magneto, descrevendo os métodos científicos do magnetismo.  Por meio de sua obra, Rochester é considerado o primeiro a descobrir que a Terra é um grande imã 41.

 

O Magneto foi tão inovador que contribui para que Newton contrariasse as teorias mecanicistas de sua época, que defendiam que a força era apenas resultado de corpos materiais em contato. Mais do que isso, auxiliou Michel Faraday – físico inglês – a comprovar, no final do século 18, que toda matéria é magnética, podendo ser atraída ou repelida por um campo magnético, fato que o tornou fundador do biomagnetismo e da magnetoquímica. (13)      

 

A comprovação de Faraday fez com que o magnetismo passasse a ser definido como resultado da combinação de algumas substâncias naturais com correntes elétricas, podendo ser produzida tanto por uma carga em movimento quanto por uma corrente elétrica submetida à força diante de campos magnéticos. (13)    

 

Publicada em 1766, a obra do médico suíço Frederik Franz Antón Mesmer também reforçou o alto poder curativo dos imãs.  Segundo ele, todos os animais, incluindo o homem, possuem uma força interior semelhante, denominada “magnetismo animal”, capaz de curar os órgãos em que é aplicado. (13)        

 

Os estudos sobre as propriedades dos imãs e os campos eletromagnéticos, na realidade, nunca cessam.  A descoberta de que tudo que existe na Terra pode ser afetado por esse fenômeno gerou inúmeras constatações, especialmente na área médica. (8)   

 

Uma delas refere-se à glândula pineal, localizada próximo ao centro do cérebro.  Estudos indicam a presença de cristais de magnetita no seu interior.  Responsável pela produção da melatonina, a glândula pineal ganha importância por controlar, por meio desse hormônio, algumas funções metabólicas, que incluem manutenção do ciclo sono-vigília, reações a estímulos externos e ao estresse e produção de radicais livres, influenciadas pelas mudanças diárias do campo magnético da Terra(1) .    

 

Outra consideração, nesse sentido, é que todos os tecidos e órgãos do corpo contam com pulsações magnéticas específicas, hoje conhecidas como campos biomagnéticos, evidenciando a importância dos estudos sobre o campo magnético para a manutenção da saúde e tratamento de doenças(33).    

 

Entre as mais recentes descobertas sobre o assunto, um dos destaques é a do Dr. Kyochi Nakagawa, considerado o pai da magnetoterapia moderna, que garante que muitas patologias modernas são provenientes da Síndrome da Deficiência de Campo Magnético, caracterizada por mal-estar geral, baixa energia, apneia do sono, problemas circulatórios, dores de cabeça, entre outros (26-27).     

 

A justificativa, segundo suas declarações, corresponde a uma redução significativa do campo magnético da Terra, que até 500 ou 1000 anos atrás era 50% maior.  Isso permitia que, na antiguidade, o homem tivesse um sistema imunológico mais forte, além de mais vitalidade.  A diminuição desse campo, por sua vez, fez com que os seres humanos passassem a se cansar com mais facilidade, a sofrer com os sintomas do estresse, desenvolvessem problemas respiratórios e dores musculares (26-27) .    

 

Em artigo, Payne (1999) acredita que os campos magnéticos têm ação bioestimulante, anti-inflamatória e analgésica.  Pata Takur (1995), a terapia com imãs está apoiada em leis naturais de cura de doenças, promovendo saúde e qualidade de vida às pessoas(40.32) .  

 

Atualmente, não é raro encontrar pesquisas promovidas por empresas, universidades e centros científicos que buscam desvendar novos potenciais do magnetismo e sua capacidade terapêutica.  Segundo Pittler et al. (2007), os magnetos produzem energia na forma de campo magnético.  O tipo mais comercializado é o imã estático, em doses que variam em 30 e 50 mT, presente em colchões, travesseiros, palmilhas, pulseiras, entre outros itens de uso pessoal(9,24) .   

 

Para entender melhor os benefícios dos imãs sobre a saúde, primeiramente, é importante conhecer suas propriedades físicas. De forma simples, os imãs são composto por dois polos magnéticos (norte e sul), facilmente encontrados em suas extremidades, com exceção dos magnetos em forma de disco, conhecidos como dipolos magnéticos(4,10) .

 

A identificação dos polos é feita a partir da suspensão do imã, que se alinha próximo ao polo norte e sul geograficamente.  Para que esses polos sejam determinados, deve-se suspender o imã pelo centro de massa e ele se alinhará aproximadamente ao polo norte e sul geográfico, recebendo nomenclatura equivalente.  Dessa forma, o polo norte magnético deve apontar para o polo norte geográfico e o polo sul magnético para o polo sul geográfico(4,10) .    

 

Especificamente na saúde, esses polos têm sua própria energia elétrica, o que lhes conferem distintos efeitos terapêuticos.  Segundo Bhattacharya & Sierra (1994), enquanto o polo norte corresponde à calma, o sul significa energia, vitalidade.  Sendo assim, o polo norte combate a dor, nos processos inflamatórios e infecciosos.  O sul, por outro lado, é indicado para atrofias, debilidades musculares, fraturas de ossos e ligamentos, artroses, entre outros (5) .

 

De forma geral, os magnetos atuam beneficamente no sistema circulatório, contribuindo para o alívio de dores inflamatórias e a regeneração de áreas infectadas.  Conforme mencionado, o polo norte é, portanto, capaz de reduzir a dor e a inflamação; exterminar micro-organismos patógenos; contribuir para a redução de certos tipos de tumores; atrair glóbulos vermelhos e brancos, diminuindo as infecções; dissolver cristais, coágulos de sangue e gorduras, reduzir a febre e o sangramento de feridas(5,22) .    

O polo sul, por sua vez, contribui para o aumento dos glóbulos vermelhos; da flexibilidade dos vasos capilares, veias e artérias endurecidas; da flexibilidade de órgãos e tecidos, estimulando suas funções; além do fortalecimento das funções cardíacas e dos tecidos frágeis (5, 22).

 

Outra vantagem da terapia com magnetos em relação às convencionais é o fato de ser segura, não prejudicial à saúde, com baixo custo e sem provocar os efeitos colaterais comumente ocasionados pela maioria dos medicamentos(7).

Com o passar dos anos, a terapia com os imãs evoluiu, oferecendo novas soluções para inúmeras patologias.  Essas técnicas de tratamento são comumente conhecidas como magnetoterapia, terapia de campo magnético de baixa frequência (para reforçar as defesas naturais do organismo), terapia de campo magnético de alta frequência (para restauração celular), com imãs permanentes (colocados em diferentes partes do corpo) e eletromagnetoterapia (campos magnéticos pulsados) 34,37.

 

Uma das formas mais popularmente conhecidas de terapia magnética é a que utiliza o poder dos imãs em diferentes produtos.  Um dos primeiros a oferecer esse benefício foram os colchões terapêuticos, que hoje contam com outras tecnologias de apoio com o objetivo de proporcionar resultados mais efetivos, especialmente nos transtornos que comprometem a qualidade do sono, cada vez mais comuns, causando inúmero prejuízos à saúde da população(25,31) .

 

Um dos maiores distúrbios relacionados ao sono, por sinal, é a insônia, definida como um estado debilitante devido à dificuldade de iniciar ou de manter o sono ou por sua qualidade comprometida, mesmo em ambiente adequado. (6,11,38,39)

 

Dados da mais recente Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que a insônia é responsável pelo consumo de medicamentos para dormir por 7,6% dos brasileiros, com idade de 18 anos ou mais, índice que representa mais de 11 milhões de pessoas. (2,18,19,20)

 

Diante desse índice alarmante, é importante destacar os benefícios gerados pela ação dos magnetos na qualidade do sono, principalmente quando associados a outras descobertas inovadoras.  


 

O mesmo ocorre em relação à enxaqueca, um distúrbio que, segunda a Organização Mundial da Saúde (OMS), já atinge 15% da população mundial, conquistando a 10ª posição entre as doenças mais incapacitantes.(17,23)  

 

Caracterizada por episódios de cefaleia, intolerância a estímulos sensoriais, náuseas ou vômitos e sintomas neurológicos transitórios ou aura, sua crise completa envolve quatro etapas, conhecidas como pródromos, aura, cefaleia e pósdromos, capazes de comprometer significativamente a qualidade de vida das pessoas acometidas.(12,21,30,36,42)  

 

Assim como a insônia, o tratamento da enxaqueca, na maioria das vezes, requer o uso de medicamento que podem desencadear efeitos colaterais ou reações adversas.

 

Mais uma vez, os resultados da pesquisa sobre a eficácia dos colchões terapêuticos, reforçam os benefícios da terapêutica com magnetos, levantando questões importantes sobre a eficiência de sua aplicabilidade nesses transtornos atualmente tão comuns.


 

 

  • Bloqueia a radiação de celulares, lâmpadas, micro-ondas, raio-x, computadores, televisores, etc

 

  • Melhora a comunicação das células nervosas.

 

  • Acelera a recuperação de processos pós traumáticas e/ou operatórios.

 

  • Elimina a toxinas no sangue pela quebra de ligações intermoleculares de água

  • Estimula as células troncos, gerando um sistema de recuperação permanente do sistema celular.

  • Ajuda a reequilibrar o organismo

  • Ajuda a promover a ação constante de desintoxicação e nutre melhor as células

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dor de cabeça
Verificações do cérebro