Dores Pélvicas

 

Brown CS et  al., 2002(10) pesquisaram a eficácia da terapia com campos  magnéticos estáticos no tratamento da dor pélvica crônica, através da avaliação de mudanças no alívio da dor e na incapacidade. Participaram 51 pacientes em 2 a 4 semanas de tratamento em uma clínica ginecológica. Magnetos ativos de 500 Gauss ou placebos foram aplicados em pontos de dor abdominal por 24 horas por dia. Foram mensurados os resultados de 3 questionários específicos de dor e função.

As pacientes que receberam o tratamento de magnetos ativos e que completaram as 4 semanas de tratamento  duplo-cego, apresentaram significante maior redução no índice de dor e no score dos questionários em relação as que receberam os magnetos placebos.

Anestésico para qualquer dor

Em 2009, László J. et al(12) examinaram camundongos em gaiolas expostos a campo  magnético estático (2 a 754 mT) ou em idênticas gaiolas para placebo. Os camundongos foram induzidos à dor, e avaliados após 10 a 30 minutos seguidos de exposição ao magnetismo. Efeitos antinociceptivos (analgésicos) induzidos pela exposição à magnetoterapia  puderam ser  identificados,   inclusive por algum tempo

prolongado após o fim da aplicação.

Segundo estes pesquisadores,  o duradouro efeito analgésico promovido pelo campo maqnético estático pode sugerir que esta terapia induz a uma síntese ou liberação de substâncias  endógenas que podem mediar tais efeitos de alívio de dor.

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