Câncer

 

Ishibashi J, et al. estudaram, em 2007, os efeitos de inibição da proliferação de células cancerosas através da radiação de infravermelho longo. Os pesquisadores desenvolveram uma incubadora de cultura de tecidos que pode continuamente irradiar as células com infravermelho longo de 4 a 20 microns.  Seus estudos laboratoriais evidenciaram que o infravermelho longo causou diferentes efeitos de inibição em 5 linhas de células cancerosas humanas, denominadas de A431 (vulva), HSC3 (língua), Sa3 (gengiva), A549 (pulmão) e MCF7 (mama).

 

Em seguida, a fim de tornar claro o sistema de controle para o efeito do infravermelho longo, os genes de expressão ligados a este efeito de inibição foram analisados, e concluíram que este está ligado ao nível de expressão basal da proteína (HSP)70A

 

Estes achados sugerem que o infravermelho longo pode ser um tratamento médico muito efetivo para alguns tipos de células cancerosas que tenham um baixo nível de HSP70. Ainda mais, se o nível de HSP70 em qualquer câncer de um paciente for mensurado, o efeito do tratamento médico através do infravermelho longo, pode ser previsto para o câncer. (Ishibashi J, et al.  The effects inhibiting the proliferation of cancer cells by far-infrared radiation (FIR) are controlled by the basal expression level of heat shock protein (HSP) 70A. Med Oncol. 2008;25(2):229-37.  Epub 2007 Oct30).

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