Obesidade

 

 

 

Ganho de peso e risco aumentado de obesidade.

Leprout R. e Cauter E.V. ( 2010)(6) , escreveram sobre o papel do sono e da perda do sono na liberação hormonal e metabolismo.

Eles comentam que, comparado a algumas décadas atrás, adultos, assim como crianças, dormem menos. Dormir o mínimo possível é muitas vezes visto como um comportamento admirável na sociedade contemporânea. No entanto, o sono desempenha um papel importante na função neuroendócrina e metabolismo da glicose.

Evidência de que a redenção da duração do sono pode ter efeitos adversos à saúde surgiu nos últimos 10 anos. Acumuladas evidências de estudos epidemiológicos e estudos laboratoriais bem controlados indicam que a perda crônica parcial do sono pode aumentar o risco de obesidade e ganho de peso. Estes autores analisaram estudos epidemiológicos em adultos e crianças e estudos laboratoriais em adultos jovens, indicando que a restrição do sono resulta em alterações metabólicas e endócrinas, incluindo diminuição da tolerância à glicose, diminuição da sensibilidade à insulina, aumento das concentrações noturnas de cortisol, aumento dos níveis de grelina, leptina e aumento da fome e do apetite.

As evidencias apontam para um possível papel da diminuição da duração do sono na atual epidemia de obesidade. Evitar a privação do sono pode ajudar a prevenir o desenvolvimento da obesidade, particularmente em crianças.

Em estudo realizado no Brasil, Conrado LA e Munin E., 2011(16) investigaram se o uso de vestuário fabricado com fibras sintéticas embebidas com nanopartículas de biocerâmica emissora de infravermelho longo podem levar à redução de medidas corporais.

Participaram do estudo 42 melhores sedentárias entre 20 e 60 anos de idade, que não estavam realizando nenhum tratamento ou programa de dieta, divididas em grupo experimental e grupo placebo; estas mulheres utilizaram roupas idênticas porém com ou sem impregnação de nanopartículas de cerâmica, por pelo menos 8 horas por dia num período de 30 dias.

 

Ao analisarem os resultados, foi encontrada uma redução de medidas corporais significativamente maior no grupo experimental em relação ao placebo. Os autores explicam que este efeito do infravermelho longo pode ser devido a um aumento na microcirculação e fluxo sanguíneo periférico, e estas mudanças podem promover melhora no estado geral de saúde. Pelos indicadores objetivos deste trabalho, os autores concluem que os acessórios de biocerâmica utilizados foram realmente capazes de promover modulação biológica.  

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