Manchas e Rugas

 

 

Rugas acentuadas e envelhecimento precoce da pele –atua como potente e natural , antioxidante, regenera as células, combate sinais de envelhecimento, regenera as células, Revitalizam as células da pele, melhora a estética e beleza. Diminui radicais livres retardando o envelhecimento.

Na recente revisão de literatura já citada ( Walia H.K. e Mehra R; 2016)2, os autores também enfatizam a emergente área da relação entre distúrbios do sono e condições dermatológicas; os estudos apresentam fortes dados sobre a relação entre disfunções do sono e distúrbios de inflamação da pele, envelhecimento e câncer de pele.

Estudos mostraram que a privação do sono afeta os sinais faciais de forma negativa, como o surgimento de pálpebras penduradas, olhos inchados, círculos mais escuros e cantos da boca mais inclinados.

A má qualidade do sono ( determinada pelo índice de qualidade do sono de Pittsburgh menor que 5 e duração do sono menor ou igual a 5 horas) mostrou estar associada a sinais aumentados de envelhecimento intrínseco e diminuição da função de barreira cutânea, quando medida pela perda transepidérmica de água.

O infra vermelho longo possibilita uma melhor recuperação e revitalização das células da pele do nosso organismo, em especial aquelas localizadas no rosto permitindo, desta forma, melhorar a estética e a beleza.  Isto é possível porque o FIR estimula as 

células troncos, gerando um sistema de recuperação permanente do sistema celular.

 

Na revisão de literatura realizada por Inoué S, Kabaya  M., 1989(9) já encontravam-se análises experimentais sobre os efeitos biológicos do infravermelho longo, entre eles, um efeito de melhora na circulação  sanguínea da pele humana.

Estudos recentes confirmam estes achados. Em 2012, Chen YC et al. (11)    investigaram o efeito protetor da radiação de infravermelho longo em queratinócitos estressados, e as vias de sinalização envolvidas.  Em laboratório, células humanas de queratinócitos foram estressadas através de infiltração com uma solução desidratante, sendo que 4 horas antes, parte destas amostras foram expostas por 40 minutos à um emissor de radiação de infravermelho  longo  de 3 a 25 mícrons, posicionado a 25 centímetros  de distância das células.

Várias análises laboratoriais específicas foram realizadas nas amostras,  e comparados os achados entre os grupos com e sem exposição previa ao infravermelho longo. Foi constatado com diferença  estatisticamente significante que  o  pré-tratamento com  infravermelho longo  atenuou o fenômeno de apoptose   e  morte  celular  em  cultura   de queratinócitos estressados por desidratação, apontando  um efeito protetor da radiação de infravermelho  longo às células da pele.

Em 2011, Rau CS et al.(12) estudaram  em  laboratório  a capacidade da radiação de infravermelho longo em promover angiogênese nas células endoteliais da pele humana. Culturas de células foram expostas por 30 minutos a um emissor de infravermelho longo de 5 a 12 microns, posicionado a 20 centímetros de distância das amostras. Análises laboratoriais específicas foram realizadas e comparadas entre amostras com ou sem exposição ao infravermelho longo. 

Atividades celulares específicas foram ativadas com diferença estatisticamente significante entre os grupos. Os resultados demonstraram que a radiação de infravermelho longo significativamente estimulou os processos de angiogênese nas células endoteliais da pele humana.

Yoo BH, et al., 2002(13) investigaram os efeitos biológicos na pele humana através da radiação de infravermelho longo, emitido por pó de pedras de jade e turmalina adicionadas a uma fórmula de creme de emulsão. A emissividade  de infravermelho longo desta formulação foi medida, sendo constatada uma energia de 4 a 20 mícrons.

Participaram do estudo 5 homens e 5 mulheres entre 26 e  35  anos;  foi  mensurada  a  temperatura da pele  destes indivíduos em condições idênticas de umidade e temperatura ambiente, e registrada a diferença de temperatura entre os dois  lados  da face.  Cada  indivíduo recebeu aplicação  de creme   simples   em  um  lado   da  face   e a formulação experimental no outro lado da face, sendo medida novamente a temperatura da pele imediatamente após a aplicação  dos cremes.

Ao compararem os  resultados  de  antes e depois da aplicação dos cremes, foi observada uma elevação da temperatura  da  pele  em  diferentes  proporções  entre os indivíduos, o que  pode  ser  devido  a  uma  sensibilidade diferente  de  cada  indivíduo ao  infravermelho longo. Os resultados sugeriram que os raios infravermelho longos tem uma função de elevação na temperatura, podendo acelerar  a circulação sanguínea da pele. Os pós de minerais emissores de infravermelho longo se mostram como grandes potenciais para utilização coma matéria prima em cosméticos.

Em 2012, Hsu YH, et al.(14) avaliaram  o efeito biológico do infravermelho longo na proliferação de células endoteliais de veias umbilicias humanas. No estudo foi utilizado um emissor de cerâmica gerador de infravermelho longo de 3 a 25 microns, sendo as culturas de células expostas por 30 minutos. Os resultados demonstraram que o infravermelho longo levou  a efeitos biológicos  de  ativação celular  independentes  do aumento de temperatura.

Lee JH et al.,  2006(15)  investigaram os efeitos da radiação de infravermelho  longo na produção de colágeno e elastina pelos fibroblastos da pele. Além do estudo laboratorial já discutido  anteriormente, estes pesquisadores  estudaram adicionalmente 20 pacientes com leves a moderadas rugas faciais e lesões hiperpigmentadas,   de idades entre 35 a 61 anos. Estes receberam  15  a 20 minutos de tratamento diário com radiação de infravermelho  longo, por um período de 6 meses .

Para avaliação  dos  resultados,  foram  realizadas fotografias com 0, 3 e 6 meses de tratamento, bem coma scores  de  melhora  clínica  foram  determinados  a  cada  4 

semanas, tanto pelos  pacientes quanto por um observador clínico. Todos os pacientes completaram os 6  meses  de tratamento e participaram de todas as avaliações de acompanhamento.

Ao final do tratamento, a media de pontuação de melhoras clínicas foram estatisticamente significantes tanto no registro dos pacientes quanta do observador clínico. Foram registrados para todos os pacientes boa melhora na textura e rugosidade da pele, além de razoável melhora em pequenas rugas e na coloração  da  pele. Segundo os autores,  estes resultados sugerem que a radiação de  infravermelho longo pode ter efeitos  benéficos na textura e  rugas  faciais,  por aumentar os conteúdos de elastina e colágeno através do estímulo aos fibroblastos da pele. Portanto, a terapia  com infravermelho longo pode ser um eficaz e seguro método de tratamento de pele, podendo ser útil também no tratamento do fotoenvelhecimento.

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