Artrose

 

Harlow T. et al.(8) em 2004 determinaram a efetividade de pulseiras magnéticas no controle da dor em indivíduos com artrose de quadril ou joelho. Participaram do  estudo 194 indivíduos entre 45 e 80 anos de idade, com artrose de quadril ou joelho;  eles foram divididos em  grupos  experimental, utilizando por 12 semanas  pulseiras magnéticas variando de 21  a 200 mT, e grupo placebo, onde foram utilizadas pulseiras aparentemente idênticas porem sem magnetos. Todos as voluntários responderam  a escalas de dor e a um questionário específico para avaliação nos casos de artrose (WOMAC).

Ao avaliar os resultados, os autores constataram uma diminuição da dor decorrente da artrose de quadril e joelho através do uso das pulseiras magnéticas, muito superior  aos efeitos no grupo placebo. Apesar de os autores reconhecerem que o efeito placebo de seu experimento era particularmente difícil de controlar devido a uma facilidade em detectar a presença ou não do magneto, o efeito de diminuição  da dor foi expressivo, sendo este benefício considerado como complementar ao tratamento usual da artrose.

Anestésico para qualquer dor

Em 2009, László J. et al(12) examinaram camundongos em gaiolas expostos a campo  magnético estático (2 a 754 mT) ou em idênticas gaiolas para placebo. Os camundongos foram induzidos à dor, e avaliados após 10 a 30 minutos seguidos de exposição ao magnetismo. Efeitos antinociceptivos (analgésicos) induzidos pela exposição à magnetoterapia  puderam ser  identificados,   inclusive por algum tempo

prolongado após o fim da aplicação.

Segundo estes pesquisadores,  o duradouro efeito analgésico promovido pelo campo maqnético estático pode sugerir que esta terapia induz a uma síntese ou liberação de substâncias  endógenas que podem mediar tais efeitos de alívio de dor.

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