Oxigenação Sanguínea

 

 

 

 

 

 

Morris e Skalak (4), afirmam que a terapia com campos magnéticos estáticos  tem recentemente se tornado uma medicina  alternativa e complementar usada largamente no tratamento  de patologias vasculares  e musculoesqueléticas, incluindo lesões de tecidos moles.

 

Estes mesmos  autores já  constataram em estudos anteriores que a exposição  ao campo magnético estático  pode ter um efeito  imediato de modulação na microvascularização, agindo para normalizar  a função vascular.

 

Em 2007  estes  autores   publicaram   um  estudo mensurando pela primeira vez a resposta de adaptação microvascular à  exposição  crônica ao campo magnético 

estático. Em modelos animais com lesão tecidual,  eles compararam  os efeitos da aplicação de verdadeiros magnetos de 20 a 60 mT (200 a 600 Gauss) e da aplicação  de magnetos falsos, num período de  7  dias. O diâmetro dos vasos sanguíneos foram avaliados,  e revelaram significantes  efeitos da aplicação do campo magnético em relação ao grupo placebo (tratamento falso).

 

Os resultados sugerem que a exposição  crônica à magnetoterapia com  magnetos estáticos podem  alterar a resposta de remodelação microvascular adaptativa  a uma lesão mecânica, incentivando  mais estudos com a aplicação destes campos magnéticos para o tratamento de patologias  vasculares envolvendo irregularidades   da  estrutura microvascular.

Em 2001, Shenzhi Xu et al. (5) estudaram os efeitos do campo magnético estático em ratos com isquemia (deficiência no suprimento sanguíneo) no osso fêmur.  Eles avaliaram  88 ratos  divididos  em  grupos  com  e  sem  tratamento, e a densidade mineral do osso foi avaliada durante 3 semanas de aplicação.  No grupo experimental um dispositivo magnético foi implantado no fêmur. Ao final do experimento eles observaram que o campo magnético  estático  promoveu regeneração  do fluxo  sanguí neo, aumentando a  circulação   sanguínea do fêmur, que consequentemente melhorou a formação óssea.

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