Intoxicação e desnutrição celular

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como já citado anteriormente, Komuro T. e Niwa Y(3) estudaram  os efeitos biológicos da radiação de infravermelho longo  de  4  a  14  microns;   eles explicam  que  um  dos

mecanismos que  levam a estes efeitos  nas  células é a diminuição  do tamanho da estrutura da água (cluster) através da quebra das ligações da macromolécula,  que leva a uma melhor penetração  da água na membrana celular e potencialização  da ativação celular.

Em outra pesquisa no ano de 1991,  Komuro T. e Niwa Y(8) escreveram  também sobre este efeito do infravermelho longo de 4 a 14 microns em aumentar a permeabilidade   da membrana celular por fragnentação dos clusters da molécula de água.  Porém, em nossa busca às bases de dados, este texto na  íntegra  não  foi  encontrado  disponível  no Brasil. Encontramos o resumo deste estudo na Recompilação de Estudos Experimentais Médico-Científicos  sobre o infravermelho  longo, produzida  em.

 

Décadas atrás, Inoué S,  Kabaya M., 1989(9) também se dedicaram ao estudo dos efeitos da radiação de infravermelho longo nas atividades  biológicas.   Por meio de uma revisão de literatura, eles afirmam que acumuladas  evidencias  indicam que os raios infravermelho  longos são biologicamente  ativos, podendo induzir a um aumento na temperatura  dos tecidos corporais,  bem coma elevando a motilidade dos fluidos corporais devido a diminuição  no tamanho dos clusters de água.

 

Estes autores comentam que a radiação  de infravermelho  longo  pode  ser proporcionada através de diferentes dispositivos; eles citam a aplicação  de pequenos discos de cerâmica que emitem raios infravermelho longos de 4  a 16 microns sendo comumente aplicados em pontos localizados do corpo, e ainda a exposição  de todo o corpo a esta radiação   terapêutica,  como por exemplo através de roupas de cama e colchões com discos embutidos de biocerâmica emissora de infravermelho  longo.

 

Ademais, na publicação   de Hausswirth  et al., 2011 (10) sobre a investigação   dos efeitos do infravermelho  longo na redução da fadiga, os autores explicam que, ao penetrar  na pele, a energia  dos raios infravermelho  longos podem quebrar aglomerados  de moléculas de água  em grupos menores, podendo reduzir o edema e facilitando  a liberação de resíduos metabólicos.

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